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China faz grandes contribuições para a redução da pobreza no mundo

Na véspera do 70º aniversário da nova China, Yuan Longping, o cientista chinês responsável pelo arroz híbrido, recebeu uma Medalha da República por causa de suas duas importantes contribuições para a segurança alimentar da China e do mundo. Ele é uma grande figura da China na redução da pobreza e na busca de benefícios para o povo.

No início da fundação da República Popular da China, o país era um dos mais pobres do mundo. Os chineses trabalharam duro através de seus próprios esforços para alcançar a abundância de alimento e vestuário. Após o sucesso da tecnologia do arroz híbrido de Yuan Longping nos anos 70 do século passado, o país teve êxito em resolver o problema da segurança alimentar. Agora, a China alimenta 20% da população mundial com apenas 9% de terras cultiváveis do planeta, e sua produção de grãos ocupa o primeiro lugar no mundo por muitos anos consecutivos.

Ao mesmo tempo, a China conseguiu grandes êxitos na erradicação da pobreza: nestes 70 anos, mais de 850 milhões de chineses saíram da linha da pobreza. Entre 2013 e 2018, anualmente 12 milhões de chineses se livraram da pobreza, contribuindo com mais de 70% da redução da pobreza no mundo. Conforme o plano, a China praticamente erradicará a pobreza extrema no próximo ano. O líder chinês, Xi Jinping, disse orgulhosamente na recepção comemorativa dos 70 anos da nova China que o problema da pobreza extrema que atormenta a nação chinesa há milhares de anos terminará historicamente, sendo um grande milagre da humanidade.

Como o maior país em desenvolvimento do planeta, os êxitos alcançados pela China na erradicação da pobreza aceleraram o processo da redução da pobreza em todo o mundo. Além disso, o país oferece auxílios sem pre-condições políticas a países da Ásia, África e América Latina. Nestas sete décadas, a China forneceu mais de 400 bilhões de yuans a mais de 170 países e organizações internacionais, além de enviar mais de 600 mil pessoas, aplicar mais de cinco mil projetos e formar mais de 12 milhões de profissionais com o fim de ajudar outros países a reduzir a pobreza.

As maneiras e experiências chinesas constituem a sabedoria para a causa da erradicação da pobreza no mundo. O Partido Comunista da China não só elaborou uma agenda clara para realizar as metas da redução da pobreza, como também procurou sempre medidas eficazes e especiais para diferentes regiões, como a redução da pobreza através do turismo, das indústrias e da ecologia. O presidente chinês, Xi Jinping, enfatizou que o desenvolvimento é a melhor maneira para se livrar da pobreza. Seu livro “Sair da pobreza” recebeu avaliações positivas de outros países em desenvolvimento. O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, acha que a política chinesa de “aliviar a pobreza com precisão” é a única maneira para ajudar a população em situação de pobreza extrema e realizar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda de 2030.

Atualmente, existe ainda mais de 700 milhões de pessoas no planeta que vivem na linha da pobreza. Por causa da tendência da antiglobalização, do desenvolvimento desequilibrado e da ascensão do terrorismo, a redução da pobreza no mundo ainda precisa de muito trabalho. A erradicação da pobreza ainda é a primeira e a mais importante tarefa dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda de 2030 da ONU.

Como um país responsável e com ricas experiências na redução da pobreza, a China quer ajudar outros países através da ampliação da abertura e do aumento dos investimentos no exterior. Segundo os dados publicados pelo Banco Mundial, a iniciativa de Um Cinturão e Uma Rota ajudará 7,6 milhões de pessoas dos países envolvidos a sair da pobreza extrema, além de 32 milhões de pessoas a se livrar da pobreza moderada. Em 2015, a China criou o Fundo de Assistência para a Cooperação Sul-Sul. Até 2018, o país já cooperou com mais de 30 países para promover projetos de resgate de calamidades, saúde etc. No Fórum de Cooperação China-África realizado em setembro do ano passado, a parte chinesa prometeu promover o desenvolvimento industrial e a capacitação dos países africanos.

O pai do arroz híbrido da China, Yuan Longping, disse que seu sonho é que o arroz híbrido possa ser plantado em todo o planeta, assim, muitas pessoas de países pobres não passarão mais fome. O sonho de Yuan reflete a responsabilidade da China, que está procurando a prosperidade comum do mundo inteiro.

Tradução: Luís Zhao

Revisão: Erasto Santos Cruz