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Ativos chineses se tornam indispensáveis em capitais internacionais

Após o fechamento do mercado de ações nesta sexta-feira (21), a FTSE Russell, segunda maior fornecedora de índices do mercado de ações no mundo, anunciou a inclusão das ações chinesas Classe A na observação de índices de ações globais. Trata-se de mais uma boa notícia do mercado de capitais da China depois que a MSCI, maior fornecedora de índices, aumentou a percentagem das ações Classe A em índices. Isso demonstra a demanda dos investidores internacionais para o mercado de capitais da China e a confiança na perspectiva da economia chinesa.

A China é a maior economia no mundo. Seu mercado de capitais é naturalmente uma parte indispensável na distribuição de ativos internacionais. No contexto da escalada de atritos comerciais, a incerteza no mercado de capitais aumenta. A economia chinesa continua mantendo um crescimento estável com baixo risco e renda estável no mercado de capitais, tendo grande atração dos investidores internacionais.

Por trás das empresas FTSE Russel e MSCI estão investidores do mundo inteiro que possuem cerca de US$2,5 trilhões em ativos financeiros. A inclusão das ações Classe A nos índices da FTSE Russel ajudará os investidores a configurarem melhor os ativos dessas ações. No atual mercado de obrigações e ações da China, capitais estrangeiros representam apenas 2-3%, tendo ainda um grande espaço para participação.

Atualmente, a China já liberou significativamente o acesso ao investimento estrangeiro no mercado de títulos, abriu espaço para os futuros de petróleo não refinado e minério de ferro, lançou o mecanismo de conexão das bolsas de valores de Shanghai e Londres, lançou a bolsa de inovação científica e tecnológica, promoveu a reforma conforme o padrão internacional, além de ter adotado outras medidas. Tudo isso demonstra aos investidores internacionais os esforços e a determinação da ampliação contínua da abertura do setor financeiro na China.

Tradução: Florbela Guo

Revisão: Gabriela Netto