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Ocidente mostra posições distintas sobre conflitos na Catalunha e em Hong Kong

Há alguns dias, protestos e conflitos continuam em Barcelona. Manifestantes violentos danificaram instalações públicas e atacaram policiais, tumultuando a cidade, enquanto a polícia usou cassetetes e veículos blindados. Em contraste com a solidariedade aos manifestantes em Hong Kong, muitos governos ocidentais, organizações internacionais e meios de comunicação optaram por permanecer em silêncio por seus próprios interesses.

O ministro do Interior da Espanha, Fernando Grande-Marlaska, disse que, de acordo com a lei espanhola, os manifestantes violentos em busca da independência da Catalunha podem pegar até seis anos de prisão.

O parlamentar escocês, Gavin Newlands, disse nas redes sociais que a BBC divulgou uma nova informação sobre o conselho legislativo de Hong Kong, enquanto não informou o público da situação na Catalunha.

O estudioso indiano Madhav Das Nalapat escreveu no jornal Pakistan Observer que a Catalunha não vai esquecer o silêncio da União Europeia (UE), que alega ser defensora da liberdade e do livre arbítrio, mas costuma ignorar as crises de direitos humanos provocadas pela UE e pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) na Líbia, Síria e outros países.

Tradução: André Hu

Revisão: Gabriela Nascimento