Benavente: Autarcas concordam que processo do financiamento dos partidos deve ser transparente

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, utilizou pela sexta vez o veto político, devolvendo à Assembleia da República, sem promulgação, as alterações à lei do financiamento dos partidos políticos, aprovadas em Dezembro de 2017. A questão levantou polémica e a nível nacional, recorde-se, só o PAN e o CDS-PP votaram contra as alterações. O PSD remeteu para a nova liderança do partido uma decisão sobre esta matéria, apesar de ter votado favoravelmente as alterações. À IRISFM o vereador do PSD na autarquia de Benavente, Ricardo Oliveira considerou que este protejo devia ter sido debatido com transparência.

O PS disse estar disponível para debater novamente o assunto. O vereador socialista na autarquia de Benavente, Pedro Pereira, também considera que as pessoas precisam de ser esclarecidas.

 

O PAN considerou que o veto ao diploma dá razão às dúvidas sobre a transparência do processo mas também sobre o conteúdo. Já a líder do CDS, Assunção Cristas, elogiou o veto do Presidente da República. O Bloco de Esquerda manifestou-se disponível para “melhorar a lei” do financiamento dos partidos, considerando que a nova apreciação parlamentar “deverá corrigir as deficiências de escrutínio público apontadas pelo Presidente da República”.

O PCP está contra a decisão tomada por Marcelo Rebelo de Sousa referindo não ter “fundamento”. À IRISFM o presidente da Câmara de Benavente, Carlos Coutinho diz que o assunto devia ter sido debatido de forma mais clara.

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