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Marcelo Rebelo de Sousa revela o que pode vir a ser o “novo” estado de emergência

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, durante a comunicação ao país de apelo ao voto nas eleições legislativas de 2019, Palácio de Belém, Lisboa, 03 de outubro de 2019. (ACOMPANHA TEXTO 05 DE OUTUBRO DE 2019) RUI OCHÔA/ PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA/ LUSA

Marcelo Rebelo de Sousa, em entrevista à RTP esta segunda-feira, deu indícios sobre o que pode vir a ser o novo estado de emergência para combate à pandemia do novo coronavírus. De acordo com o Presidente, “será mais soft”, “muito diferente do anterior”, sem confinamento total para não matar a economia e evitar agravar a crise social. No entanto há situações que precisam do abrigo do estado de emergência, segundo o chefe de Estado.

A primeira, referida por Marcelo, é a aplicação do rastreio, com as Forças Armadas e os privados a poderem fazer perguntas para identificar cadeias de transmissão; a segunda será para resolver o problema jurídico que surgiu com a necessidade de medir a temperatura no acesso a espetáculos e serviços públicos. Já a terceira e última é para criar condições acrescidas para a utilização de meios do setor privado e do setor social.