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Comunidade Escolar volta a exigir obras na EB 2,3 de Vialonga

Alunos e professores concentraram-se  junto aos portões da Escola EB 2,3 de Vialonga. Em causa novamente as condições de ensino e a exigência do arranque das prometidas obras. Um processo que se arrasta há vários anos numa escola lotada, com equipamento informático obsoleto, insegurança e falta de funcionários auxiliares. A concentração foi convocada pelo Sindicato dos Professores da Grande Lisboa. À IRISFM Elisabete Sagalo, dirigente sindical e docente daquela escola há 20 anos, refere que segundo as últimas informações o Tribunal de contas ainda não terá aprovado o orçamento para as obras.

 

Indignado o presidente da Junta de Freguesia de Vialonga, José António Gomes diz-se cansado de promessas.

 

O processo está a avançar e não está parado garantiu Nuno Santos, director do Agrupamento de Escolas de Vialonga. O responsável reconhece que a escola tem problemas sendo o maior a falta de espaço mas crê que desta vez é que as obras vão mesmo arrancar.

 

O Grupo Parlamentar do PCP, através dos deputados Duarte Alves, Alma Rivera e Ana Mesquita, questionaram o Ministro da Educação acerca da Escola de Vialonga no dia 22 de Novembro. Presente no protesto esteve o vereador da CDU no município de Vila Franca de Xira. Segundo Nuno Libório “não existe nada de concreto para além de um estudo prévio que carece de autorização da Direcção Geral dos Estabelecimentos escolares”.

 

A presidente da Associação de Pais da EB 2,3 de Vialonga conta que a falta de pessoal auxiliar tem gerado um aumento dos conflitos entre alunos e aumento da insegurança. Elisabete Carmo lamenta ainda que os pais se queixem na internet mas que depois não participem de forma ativa.