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Mídias ocidentais fingem ser surdas e mudas perante documentários sobre Xinjiang

A China Global Television Network (CGTN), rede de televisão pertencente ao Grupo de Mídia da China, transmitiu dois documentários sobre o combate antiterrorista em Xinjiang. Os programas apresentam prejuízos causados pelo terrorismo e extremismo religioso na região e revelam os ataques malignos e hediondos realizados pelo Movimento Islâmico do Turquestão Oriental (ETIM, na sigla em inglês).

Os documentários despertaram muitas repercussões na internet. Muitos internautas estrangeiros questionaram o porquê da violência tão sangrenta ocorrida em Xinjiang ser chamada de direitos humanos a ser protegidos pelo governo norte-americano. O fato é que as organizações terroristas matam inocentes!

Há alguns veículos da imprensa ocidental que gostam de pregar a questão de direitos humanos em Xinjiang, porém, eles perderam vozes perante os dois documentários. Poucos deles realizaram transmissão ou reportagem sobre os programas. Os políticos norte-americanos que incentivaram o congresso do país a aprovar o Projeto de Lei de Direitos Humanos Uigures de 2019 tampouco refletiram mais aos termos como “direitos humanos”, “democracia” e “liberdade”.

Os fatos são irrefutáveis. Se algumas pessoas ainda duvidam porque Xinjiang deve realizar lutas contra o terrorismo e a radicalização, devem assistir aos dois programas da CGTN. Assim, entenderão plenamente a questão.

O primeiro documentário, intitulado “Combater Terrorismo em Xinjiang”, apresenta alguns vídeos originais dos ataques terroristas de 5 de julho de 2009 ocorridos em Urumqi, capital da Região Autônoma Uigur de Xinjiang, assim como o do dia 28 de outubro de 2013 em Beijing e o de 1º de março de 2014 em Kunming, capital da província de Yunnan. Uma grande quantidade de fatos recordam os esforços e sacrifícios da China para lidar com as ameaças de terrorismo, separatismo e extremismo.

O outro documentário, com o título de “A Mão Negra – o ETIM e o Terrorismo em Xinjiang”, demonstra as diversas ações viciosas da organização, inclusive a doutrinação da ideologia extremista, a incitação do ódio entre diferentes etnias, danos a mulheres e crianças e provocações de incidentes terroristas. Os fatos revelam que o ETIM faz parte do sistema terrorista internacional e que a organização impõe ameaças não apenas à China, como também à segurança global como um todo.

Os documentários deram à comunidade internacional acesso à realidade da questão de Xinjiang e revelaram o padrão ambíguo de alguns políticos e veículos da imprensa ocidental. Não importando a segurança das pessoas de Xinjiang sob ameaças do terrorismo, eles só tomaram o pretexto de direitos humanos, democracia e liberdade para difamar, impedir e separar a China. Os seus próprios interesses políticos são muito vergonhosos. Podemos perguntar se os políticos norte-americanos já se esqueceram tão rápido da lição do atentado do dia 11 de setembro.

As imagens de Xinjiang inventadas por algumas pessoas ocidentais com a tentativa de “controlar a China com Xinjiang” não são reais. Eles só divulgaram rumores e suportaram o terrorismo! A questão relacionada à região não pertence à envergadura de etnias, religião ou direitos humanos, mas sim à luta contra o terrorismo e o separatismo.

Tradução: Paula Chen
Revisão: Gabriela Nascimento