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Hegemonismo dos EUA entrará em beco sem saída

Texas and US Flag

No dia 27, horário local, os EUA, sem se importar com as representações solenes da China por várias vezes, assinaram a Lei de Direitos Humanos e Democracia de Hong Kong, demonstrando mais uma vez o hegemonismo e a política de poder no palco internacional. A conduta dos EUA recebe forte oposição do governo e do povo chinês e ampla crítica da comunidade internacional.

O hegemonismo e a política de poder são as características mais evidentes na política externa estadunidense. Confiando em sua força nacional, os EUA pisaram repetidamente na lei internacional e nos princípios básicos das relações internacionais, ignorando as resoluções da ONU e até mesmo iniciando guerras, ameaçando gravemente a segurança e a ordem global. Os EUA costumam usar leis nacionais para sancionar outros países e empresas. O país enviou navios de guerra às águas sob jurisdição de países alheios a pretexto de “navegação livre”. O governo de Donald Trump promove com maior força o unilateralismo e a política hegemônica. Algumas pessoas dos EUA, com um pensamento de soma-zero, vêem a China como um obstáculo e se utilizam de todas as medidas para fazerem boicotes. Tal conduta demonstra que esse país já se tornou um fator instável, além de um obstáculo para a paz e desenvolvimento do mundo.

A comunidade internacional desaprova estes atos. O vice-chanceler russo, Sergei Ryabkov, afimou que a Lei dos EUA relacionada a Hong Kong é uma interferência brutal nos assuntos internos da China e uma violação da soberania chinesa. A Rússia condena resolutamente os EUA. O economista norte-americano, Robert Lawrance Kuhn, considera que essa lei não prejudicará somente os EUA e a China, mas também o mundo todo.

No passado, os EUA sofreram pelo excesso de autoconfiança. A Guerra do Vietnã e os dilemas no Oriente Médio e Afeganistão são exemplos, demonstrando o declínio de sua força nacional. A China de hoje, no entanto, é mais capaz do que nunca a enfrentar todos os desafios e riscos. Os EUA não devem subestimar a determinação da China de defender a estabilidade de Hong Kong e o conceito de Um País, Dois Sistemas, também não devem subestimar a capacidade chinesa de proteger sua soberania, segurança e interesse de desenvolvimento. Se os EUA continuarem caminhando com o hegemonismo, entrarão num beco sem saída no final.