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EUA devem refletir sobre suas próprias questões de direitos humanos antes de acusar outros

O Instituto de Pesquisa em Direitos Humanos da China publicou, ontem (26), um artigo sobre a questão da discriminação racial nos EUA. O texto é baseado em observação de acadêmicos, reportagens de imprensa, e relatórios de análises das organizações internacionais.

O artigo aponta que a discriminação racial persiste nos Estados Unidos, enquanto os direitos humanos são sempre usados como ferramenta pelos políticos norte-americanos.

Ao longo de anos, os EUA costumam aproveitar-se da questão dos direitos humanos para interferir nos assuntos internos de outros países para, assim, denegrir e suprimi-los. Basta ver quem não está agradando aos olhos, os EUA vão divulgar um relatório dos direitos humanos com acusação afiada sobre aquele país.

Os EUA são um país de imigração multirracial. Embora sempre tenha proclamado a importância de fusão étnica e de igualdade desde nascimento, o racismo enraizado e os conflitos entre raças de diferentes impactam profundamente o país. Na história dos EUA, ocorreram, frequentemente, incidentes relacionados a direitos humanos básicos das minorias étnicas a serem abusadas. Os grupos minoritários étnicos são desfavorecidos em termos de emprego, desenvolvimento de carreira, renda salarial, educação e cultura. Eles também sofreram várias vezes tratamentos injustos na área de execução judicial.

No cenário internacional, os EUA também levantam a bandeira dos direitos humanos, acima da soberania, para provocar contradição étnica em outros países, desafiando a paz e estabilidade mundial. Por outro lado, os EUA se retiraram, sucessivamente, do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas e do Pacto Global para a Migração.

O país também recusou aprovar o Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, Convenção sobre os Direitos da Criança e Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. A atitude visa escapar das restrições das regras internacionais, mas impede o processo global de promoção conjunta de direitos humanos.

No dia 26 deste mês, embaixadores permanentes em Genebra de 50 países, que enviaram uma carta conjunta ao Conselho de Direitos Humanos da ONU e ao Alto Comissariado de Assuntos dos Direitos Humanos da ONU, expressaram apoio à China na questão de Xinjiang e reconheceram os esforços do governo chinês no desenvolvimento socioeconômico e na luta contra terrorismo e extremismo. Esta é a melhor resposta da comunidade internacional aos políticos norte-americanos que querem difamar a China.

Tradução: Zhao Yan

Edição: Hilário Taimo