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Políticas unilaterais dos EUA impedirão cooperação e desenvolvimento global

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Mais de cem personalidades norte-americanas com linhas duras à China divulgaram recentemente uma carta aberta conjunta, reivindicando que a China está induzindo os aliados dos EUA e outros países por interesses econômicos, com vista a expandir sua influência global. Obviamente, essa acusação é uma calúnia maliciosa à contribuição do desenvolvimento econômico chinês ao mundo. Isso reflecte que alguns norte-americanos mantêm preconceito quanto ao aumento do poderio nacional da China.

Na verdade, as políticas do unilateralismo e protecionismo aplicadas pelos políticos norte-americanos impediram a cooperação internacional e o desenvolvimento comum. Nos últimos anos, os EUA aproveitaram sua política tarifária para estabelecer barreiras comerciais, o que prejudicou as cadeias da indústria global e de valor. De acordo com um relatório publicado pelo Banco Mundial em junho, prevê-se que o comércio global terá um aumento de apenas 2,6% em 2019, sendo o nível mais baixo desde a crise financeira internacional de 2008.

Desde outubro de 2018, os EUA expandiram as revisões em 27 setores sobre os riscos de investimentos estrangeiros em pretexto de segurança nacional e pediram uma declaração obrigatória. Os atos impactaram a confiança dos investidores estrangeiros. O FMI (Fundo Monetário Internacional) publicou recentemente um relatório sobre a expectativa da economia mundial, no qual reduziu por mais uma vez a previsão do crescimento econômico global para este ano e o próximo em 0,1 ponto percentual.

Por outro lado, o hegemonismo de tecnologia promovido pelos Estados Unidos está impedindo o desenvolvimento científico e tecnológico da humanidade e o progresso da civilização. Para disputar a liderança na área da tecnologia 5G, os EUA mobilizaram o poder nacional para suprimir as empresas chinesas e pediram às diversas companhias norte-americanas para que suspendessem o fornecimento de produtos à China. Além disso, Washington também tomou vários meios e usou os benefícios como troca, de forma a impedir que outros países adotem a tecnologia 5G das companhias chinesas.

A China contribuiu mais de 30% para o crescimento econômico global ao longo dos anos, ficando em primeiro lugar no mundo. O mercado vasto da China gerou enormes lucros para empresas multinacionais. Além disso, a demanda e investimento da China também criaram muitas oportunidades de emprego para diversos países. Segundo um relatório recente do Instituto Global McKinsey, entre 2000 e 2017, o índice de dependência do mundo à economia chinesa aumentou de 0,4 para 1,2. Isso demonstra que a comunidade internacional se beneficiou bastante com o desenvolvimento econômico da China.

Tradução: Zhao Yan

Edição: Gabriela Nascimento