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Quem está intimidando os outros pelo mundo?

Mais de cem personalidades norte-americanas com linhas duras à China enviaram recentemente uma carta conjunta ao presidente norte-americano, Donald Trump, caluniando a China dizendo que o país “está promovendo o expansionismo” e “está intimidando os outros com seu poderio nacional”. Essa acusação falsa é incrível e enganadora. Muitas pessoas com discernimento consideram que o acusado na carta deve ser trocado para os EUA e, assim, o julgamento será muito justo.

O autor da carta é um oficial naval aposentado. Os assinantes também incluem militares aposentados e agentes de inteligência. Eles, de fato, não são os discutidores responsáveis pelas relações sino-norte-americanas. O objetivo deles é despertar mais atenção no público.

Por exemplo, eles alegam que “no sistema político dos EUA, falar sobre a política é normal e a guerra é uma exceção, enquanto a situação é completamente contrária na China.” É tão absurda essa opinião!

Estatísticas já mostram que nos últimos mais de 200 anos, desde 1776, os EUA estavam fazendo guerras durante mais de 90% do tempo da sua história. Até no último ano durante o mandato de Barack Obama, autoproclamado de “presidente da paz”, as forças armadas norte-americanas lançaram 26 mil bombas em sete países.

Já a China não provocou nenhuma guerra ou conflito nos últimos 70 anos desde a fundação da República Popular da China.

Após a tomada de posse, a administração de Trump intensificou a aplicação do unilateralismo. Os atos incluem o reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel, violação às resoluções da ONU, saída unilateral do acordo integral do Irã e abandono do Tratado de Forças Nucleares Intermediárias com a Rússia. Os EUA também enviaram navios militares a mares de dezenas de outros países.

Conforme pesquisas do Instituto Internacional de Estudos sobre a Paz de Estocolmo, da Suécia, as despesas militares norte-americanas superaram US$640 bilhões em 2018. Esse valor é o total dos custos dos oito países a seguir na lista.

Por outro lado, a China divulgou recentemente um Livro Branco sobre sua defesa nacional na nova era, explicitando que nunca procurará hegemonia e expansão. As proporções das despesas militares no PIB e per capita da China são relativamente baixas. Em 2017, o custo per capita de defesa da China foi de 750 yuans, sendo 5% do valor norte-americano.

As calúnias de algumas personalidades norte-americanas contra a China foram criadas por resistências de outros países contra a hegemonia dos EUA. Os políticos norte-americanos tomaram a China como alvo de agressão e inventaram a teoria de “ameaças da China”. O objetivo é transferir os conflitos internos para outros países.

Sendo um país amador da paz desde a antiguidade, a China nunca procura a hegemonia e se compromete a ser um construtor e defensor de paz mundial.

Tradução: Paula Chen

Revisão: Gabriela Nascimento