Uma “ponte à prosperidade” é vital para a China e o mundo

A China ocupa um dos lugares de destaque nas discussões das mídias globais nesses últimos dias.

O presidente chinês, Xi Jinping, proferiu na segunda-feira um discurso temático na 1ª Exposição Internacional de Importação da China, pedindo esforços conjuntos para a construção de uma economia mundial aberta, inovadora e inclusiva, anunciando também cinco novas medidas para ampliar a abertura do país. Na terça-feira, o premiê chinês, Li Keqiang, participou do diálogo “1+6” com os responsáveis das seis principais entidades econômicas internacionais, incluindo o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional e a Organização Mundial do Comércio. O diálogo foi voltado à cooperação recíproca entre a China e o mundo num ambiente aberto. Li Keqiang reiterou a posição chinesa de promover uma maior abertura e o desenvolvimento de alta qualidade.

No mesmo dia, o vice-presidente da China, Wang Qishan, afirmou no Fórum de Economia Inovadora 2018, realizado em Cingapura, que a China persistirá em sua estratégia de ampliar a abertura e promoverá, junto com os demais países do mundo, uma economia global ainda mais aberta, inclusiva, recíproca, equilibrada e de benefício comum.

Além da atitude de alto nível da China, uma série de eventos recém realizados no país, como a expo aeroespacial da China e a 5ª Conferência Mundial da Internet, também mostraram ao mundo a determinação da China em construir um mercado ainda mais aberto e a disposição chinesa de cooperar com os parceiros do mundo todo em busca do desenvolvimento comum.

A China cresceu de um país subdesenvolvido no passado para uma estável força motriz do desenvolvimento econômico mundial de hoje. Passou também de uma “fábrica mundial de processamento” no passado para um “grande mercado mundial” de hoje, sendo um resultado da diligência do povo chinês e da reforma e abertura da China.

A abertura é a etiqueta da China contemporânea. A abertura da China favorece não apenas o próprio país, mas também o mundo inteiro. A presidente do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, disse que a China está construindo uma ponte para a prosperidade. Nos primeiros três trimestres, o consumo contribuiu com 78% do crescimento do PIB da China, que era apenas 50% em 2013. Já passaram 10 anos da crise financeira internacional. Na última década, os países do mundo uniram esforços para superar as dificuldades e criar uma tendência positiva de recuperação. No entanto, o protecionismo comercial voltou a surgir nos últimos dois anos, causando mais divergências comerciais pelo mundo.

Segundo os dados divulgados pela OMC, foram registradas 309 medidas de protecionismo comercial em âmbito mundial no primeiro semestre de 2017. O presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, disse que há nuvens negras surgindo no horizonte e que a entidade prevê uma desaceleração econômica das novas economias. Podemos dizer que a economia mundial está numa encruzilhada.

Nesse contexto, a atitude e a ação da China são importantes para o futuro da economia mundial. A China, apesar de enfrentar os desafios do protecionismo e a pressão de desaceleração, prometeu fazer esforços contínuos na ampliação da abertura, para ser uma estável força motriz do crescimento mundial e uma grande contribuinte na reforma da governança global, com o objetivo de criar um mundo melhor.

 

Tradução: Li Jinchuan

Revisão: Layanna Azevedo

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